SaeR - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco

RT SaeR Junho 2012

Editorial
 
O que fica
A Dinâmica da História e o futuro da União Europeia
O destino de todos os Estados que integram a União Europeia depende da capacidade que a União Europeia tiver para estabelecer políticas comuns que estabeleçam uma trajectória ordenada na reformulação dos seus sistemas de financiamento das políticas públicas, na recuperação das condições de competitividade, na regulação comum do seu sistema bancário, na formação de um orçamento comum para as políticas comuns e na coordenação dos seus movimentos de capitais para a formação de activos de qualidade. Estas são as principais condições a respeitar para que a União Europeia possa competir com espaços de grande escala como os Estados Unidos, a China, a Índia, a Rússia e o Brasil.
 
Análise de Conjuntura
A crise do Euro e os efeitos de um colapso
As economias devedoras viram fugir os capitais para economias refúgio e os mercados fecharem-se ao respectivo financiamento apontando para situações potenciais de default. Mas se este viesse a ocorrer, mais tarde ou mais cedo, os credores, nomeadamente a Alemanha, incorreriam em perdas elevadíssimas, correspondendo a uma situação de colapso do euro, perdas no sistema financeiro norte-americano e perturbações graves no SFI.
 
Tema de Fundo
Europa: crescimento, já!
As reformas estruturais, isoladamente, num ambiente de elevado desemprego, fraca procura e consideráveis hiatos produtivos, podem, no curto prazo, produzir estagnação, arriscando-se os países a sucumbir a um círculo vicioso recessivo, impedindo desta forma a materialização dos potenciais resultados positivos das reformas no longo prazo. Aliás, no seguimento de crises financeiras, países com mercados laborais mais flexíveis arriscam-se a observar maiores níveis de desemprego no curto prazo.
 
Estratégia e Competitividade
A desalavancagem e o financiamento das empresas 
A economia portuguesa apresenta-se fortemente endividada. Concretamente, o excesso de endividamento é mais acentuado no sector privado, com destaque para as empresas. Com efeito, as empresas portuguesas classificam-se entre as mais endividadas do mundo desenvolvido. Da mesma forma que os bancos portugueses eram dos que apresentavam patamares de alavancagem mais elevados no espectro europeu, essa realidade é transversal às empresas. Portanto, como os bancos, as empresas também terão de proceder a uma redução do seu nível de endividamento: alienando carteiras, vendendo activos não-fundamentais para o seu negócio, restruturando as suas operações, entre outros.

Espaços Económicos e Geopolítica
A Grécia, a União Europeia e o Mediterrâneo Oriental: as questões estruturais além da crise económica e financeira
Ainda que esquecido pelos resultados obtidos pelo processo de construção europeia, que fazem crer na impossibilidade da eclosão de conflitos internos na Europa, convirá, no entanto, ter presente que em, tempo histórico, um século é muito pouco, e ainda não passou um século sobre o último grande conflito na Europa com envolvimento mundial. No que respeita à geopolítica regional do Mediterrâneo Oriental, são múltiplos os atores da cena internacional e regional que manifestam os seus interesses nesta zona do globo, destacando-se apenas os que parecem mais visíveis e preocupantes.
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